13/06/2008

Que a Força esteja com as Mulheres!

Não é nada que nós já não soubéssemos, é inclusive reconhecido pelos homens e com honestidade pelo menos pela maioria AS MULHERES SÃO O SEXO FORTE! Defendem os filhos fisicamente, socialmente, moralmente e até economicamente, Defendem o marido do lava louças, do ferro de engomar, do pano do pó e até da temível esfregona, de alguma vez pensarem que talvez precisem de um comprimido azul, Defendem as amigas das cruéis verdades, das duras realidades ditas pelos outros (quando é preciso dizemo-las nós), defendem os animais abandonados, contribuem para o banco alimentar, param nas passadeiras e fora delas, deixam os lugares de estacionamento apertados para os homens (para que possam brilhar), até pintamos lençóis a dizer "VOTA B" e pregamos nas árvores (correndo o risco da quercus nos acusar de arvorecidas)........................................
O mais extraordinário é que fazemos tudo isto num só dia!

02/06/2008

e 15 anos depois.........sempre a melhorar

Con nombre de guerra - 1992

Rock In Rio Lisboa




A entrada de Bill Kaulitz, pôs em delírio as fãs já de si eufóricas. É ele sem dúvida o objecto de devoção no seio do quarteto e as lágrimas que escorriam nas faces das fãs junto às grades, por verem finalmente ao vivo o cantor.


A aguardada 'Monsoon' ficou para o final, com a recepção efusiva e os pulos que se previam. Talvez por serem um dos fenómenos do momento, os Tokio Hotel tiveram direito a um encore, algo que normalmente só acontece, em contexto de Rock In Rio, com as últimas bandas do dia.
O grupo ofereceu mais duas, em versão bilingue: 'Geh', em alemão, e 'By Your Side', em inglês, para a despedida com Bill a dar deixa dizendo aos fãs que os Tokio Hotel estariam sempre a seu lado.



Pouco pontual e bastante rouca, foi assim que Amy Winehouse se apresentou perante uma multidão a rebentar de expectativa quando a noite já tinha caído no Rock In Rio.
Amy com muitas dificuldades físicas na voz e na postura. Pelo meio conversa com os seus músicos (brilhantes na execução e já agora na paciência) como se estivesse numa mesa de café. Parece esquecer por momentos, que tem cerca de 90 000 pessoas presas ao encantamento que é o seu talento como compositora e à sua diferença como cantora.
Amy falha várias vezes na letra, tenta tocar guitarra e come pastilhas para a voz.
Passei o concerto todo de boca aberta, pois não queria acreditar no que estava a ver e a ouvir. Fiquei muito desconsolada, não estava a espera de um espectáculo tão deprimente.
Desculpa Amy mas se continuas assim ficas sem fâs.